Abrindo as portas.

Seja bem-vindo(a) ao meu Labirinto!
Aqui criador e criaturas se fundem e confundem até o mais astuto ser. Olhe querendo ver e não tema o que pode ser visto, afinal luxo e lixo diferem em somente uma letra - nem tão diferentes assim. Uma dica: Se perca para se achar. Se ache e pouco se dará a permissão para perder-se. Permita-se as permissões a bem das possibilidades.
Bom mergulho andarilho(a)!

domingo, 27 de setembro de 2009

Cidade Catedral

Cidade Catedral

Clemilda, casou Catedral,
casariam casais comuns.
Cláudia casou com Carlos,
criaram castelos, crianças,
caminhos.
Cleuza casou com César, cresceram
caminhando com Cruz.
Cruz casou com Cristina.
Cristina cresceu criando carne,
comprou castelo Cláudia, currou Carlos.
Cataram Cissa, copiaram coisas, castraram
crentes. Carente, cultivaram camélias. Cresceram.
Coube Celina casar com capitão corveta. Corno.
Celina correu casas, comeu casados, cedeu. Cidade contabilizou, calou. Capitão
converteu, confirmou carecer crença. Creio?
Cândida, conhecida como cão, custeou coveiro.
Cândida... Coveiro... Casaram! Credo!!!
Certeza certa? Criaram convivência com cadaveres.
comiam, conversavam, cantarolavam. Comum.
Constantemente cemitério.
Cosme, criador cavalos, caiu.
Cássia casou com Cosme, creiam!
Cavalos, cabritos, Cosme, criação.
Cássia contorceu! Confessou constrangimento.
Conversador, Carlos Capeta, cunhado Cássia,
contou cidade: Cosme conversava com cavalos.
Carlinhos, criança crescida, comoveu cidade:
contou catar cristais. Catava custos, custeava
cavernas, cantos, calangos, canteiros. Carecia?
Cecília cercou casa, casou com cismado coronel Cerqueira.
Casaram. Constava contrato: Cinco crianças, casa, canteiro, cobertas!
Cecília concebeu. Caiu conversa coronel...
Catedral! Cidade comum. Cidade C. Cidade.
Cissa comentou comigo: Conta, conta, conta comunidade.
Contei! Contei corrido, contei!
Confesso conter comoção. Chorei!


AsF?86
AsF469

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